My Thoughts |
É apenas um pedacinho de mim. Um pedacinho que estou disposta a compartilhar com você, seja você quem for. Espero que goste. http://twitter.com/juuquintanilha |
(Source: jornascimentto, via juucoutiiinho)
Disseram-me, dia desses, que não posso ter um príncipe se não me comportar como uma princesa. Príncipes me passam uma ideia de perfeição, de homem correto e cheio de frescurite, tipo mulher. Essa ideia não me atrai. Gosto de defeitos, defeitos que me façam aprender, homem de verdade. Não vivo um conto de fadas. Vivo uma vida normal, real. Não me comporto, nem me comportarei como uma princesa. O que me atrai é o cara misterioso, cheio de defeitos, até que curte uma parada errada… Homem de verdade não sai por ai procurando uma princesinha. Esse tipo cansa. A perfeição cansa.
Kurt Cobain. (via sociedadedospoetasmortos)
(Source: doce-inverno, via sersuaprincesa)
(Source: misshamlinxo, via leves-epifanias)
E de repente você se encontra assim: desanimada. Deitada na cama e esperando a vida passar. A tristeza bate forte. Os olhos doem de tanto apertar, ficam pequenos de tanto chorar. Parece que nada mais tem solução, que todo o seu esforço está sendo em vão. O ânimo? Ausente. Olhar-se no espelho passa a ser coisa rara. Sorrisos só são arrancados de seu rosto pelo carinho dos inspetores que a acolhem todas as manhãs. Mas isso não pode continuar assim. Essa não é você. Sua marca costumava ser o enorme sorriso estampado no rosto todos os dias, mesmo que não estivesse tudo bem. Ninguém tem nada a ver com esse vazio, essa angustia que você tem carregado consigo. Então trate de engolir esse choro e levantar dessa cama. Um dia você será recompensada por isso. Não adianta de nada ficar aí, sofrendo, remoendo esse vazio escroto que nem “hey Jude” consegue mais disfarçar. E não esqueça do sorriso no rosto. Mesmo que não seja verdadeiro, com o tempo você se acostuma com ele.
(Source: c0uples, via 8-infinitte)
Meu feriado? Difícil descrever. Foi bom. Mas não pouco bom. Ouso até colocar um “pra caralho” pra complementar. Depois de um bom tempo esperando que esse feriado chegasse, chegou. Junto a ele, a chuva, o frio, o vento. Mas nada disso conseguiu subtrair nem dividir a minha animação. Pude matar a saudade de pessoas incríveis. Uma em especial, um tanto tiziu. Foi a melhor segunda-feira (ou será terça?) da vida. Alguns fatos me vêm à memória como flashes. Não me lembro de tudo com nitidez. E o que aconteceu…Ah! Não sei nem como começou, mas terminou bem. Deixou algumas marcas, mas isso é só detalhe. Foi bom. Bom pra caralho.
“Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito e do trabalho, repetindo, todos os dias, o mesmo trajeto, quem não muda as marcas no supermercado, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o ‘branco no preto’ e os ‘pontos nos is’ a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeções, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa, quando está infeliz no trabalho; quem não arrisca o certo pelo incerto, atrás de um sonho; quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto, antes de iniciá-lo, não tentando um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples ato de respirar. Estejamos vivos, então.”
É segunda-feira. Lá fora, nublado. Chuvisco vai, chuvisco vem e meu pensamento continua indo além. Lembro-me da noite de sábado e sentimentos diversos vêm à tona. Saudade, felicidade, vergonha, constrangimento…E que constrangimento! Só de lembrar o que um pouco de álcool é capaz de fazer com alguém que guarda o que sente para si…Só de pensar que fiz o que não deveria/não teria feito normalmente. Mas fiz. Agora tá feito! Pegando no celular, dá até pra rir da situação. Não sei se fiz bem, se fiz mal, mas sei que fiz e, confesso, foi engraçado! Guardo boas lembranças e peço, calorosamente, a todos: se eu beber, façam a gentileza de tirar de mim o celular!
(Source: pedalfar, via alexiapires)
(Source: vampiresliveinmybrain3, via carolineparga)
Tati Bernardi (via flor-de-jade)
(Source: eles-e-eu, via flor-de-jade)